Max Verstappen acredita que, se não fosse pelo apoio do companheiro de equipe da Red Bull, Isack Hadjar, ele estaria largando muito mais atrás no Grande Prêmio da Bélgica. Hadjar, que enfrentou uma penalização de 30 posições no grid por conta de diversas mudanças no motor, foi fundamental para Verstappen durante a etapa final da qualificação no circuito de Spa-Francorchamps.
Nos dois melhores treinos de Verstappen na Q3, Hadjar deu um “vácuo” a ele no último setor. Na segunda volta, parecia que o campeão de F1 estava um pouco próximo demais, mas Verstappen não se deixou abalar por essa ideia. Ele ressaltou que o apoio de Hadjar foi essencial para garantir a segunda posição no grid, logo atrás de Kimi Antonelli, da Mercedes. “Ele realmente me ajudou. Se não fosse por isso, eu estaria lá em P6 ou algo assim”, comentou Verstappen, elogiando o trabalho do colega. “O Isack fez um ótimo trabalho me dando o vácuo no final, e é por isso que estamos aqui.”
Apesar da boa posição, Verstappen não se arrisca a fazer previsões sobre como será a corrida. Ele está ciente de que George Russell, que larga em terceiro, pode ser uma ameaça, ainda mais com Lando Norris, que ficou em terceiro na qualificação, começando em 12º por conta de uma penalização de 10 posições. “Vou ficar de olho nos meus espelhos para ver quem está por perto”, disse ele.
O piloto também comentou que a equipe teve um bom desempenho durante todo o final de semana, mesmo que não tenha conseguido igualar o ritmo de Antonelli. “Estamos felizes por estarmos na primeira fila e por como executamos isso como equipe”, destacou Verstappen. Quando o assunto são as corridas longas, ele reconhece que sempre é desafiador, especialmente em Spa, mas afirma que vai fazer o melhor que pode e esperar para ver como as coisas se desenrolam.