Sergio Pérez compartilhou um pouco sobre os desafios que enfrentou ao voltar a ser piloto em tempo integral na Fórmula 1. Depois de uma temporada complicada com a Red Bull em 2024, ele deixou a categoria, mas sua experiência o tornou uma opção atraente para a Cadillac, que está se preparando para sua estreia na F1 em 2026. A equipe decidiu contratá-lo, junto com o veterano Valtteri Bottas, para ajudar a desenvolver o carro.
Um dos maiores desafios que Pérez encontrou foi se readaptar à rotina intensa que a vida de um piloto de F1 exige. Ele comentou que, logo no começo, teve que lidar com uma agenda bastante apertada. “O maior desafio foi voltar ao ritmo do calendário de um piloto de F1”, disse ele em uma coletiva com a imprensa. Pérez relembrou como, ao fazer um teste, recebia mensagens avisando que deveria estar em outro país em dois dias e, em seguida, em mais um lugar diferente dois dias depois.
Na prática, essa correria pode ser bem estressante. “Você acaba esquecendo como é a vida de um piloto de F1, como tudo é corrido e programado. Você vive por um cronograma”, explicou. Para ele, essa adaptação foi a parte mais difícil do retorno. Mas, após um ou dois meses, ele se viu sem alternativa e acabou se acostumando com a nova rotina.
Atualmente, após 11 corridas, a Cadillac ainda busca marcar seus primeiros pontos na competição. A equipe está se esforçando para se estabelecer e mostrar seu potencial nas pistas.