Liam Lawson analisa a imersão da Racing Bulls

Liam Lawson, piloto da Racing Bulls, tem refletido sobre a temporada da Fórmula 1 até agora e, curiosamente, os finais de semana que não saíram como esperado são os que mais marcam a sua memória. O neozelandês, que ocupa a nona posição no campeonato de pilotos com 43 pontos após 11 corridas, destaca que a equipe tem se aprofundado nas análises das corridas onde as coisas não deram certo.

Atualmente, a Racing Bulls está na quinta posição da classificação de construtores com 66 pontos. Lawson conseguiu pontuar em oito das 11 corridas realizadas, com seu melhor desempenho sendo um sexto lugar em duas ocasiões, em Mônaco e Silverstone. É interessante notar que ele lidera com certa folga seu companheiro de equipe, o novato Arvid Lindblad, que está na 11ª posição com 23 pontos. No entanto, os dois têm apresentado desempenhos mais próximos recentemente.

Quando questionado sobre os momentos altos da sua temporada, Lawson foi bem sincero. “Nada que se destaque muito”, disse ele ao site oficial da F1. Apesar de ter tido boas corridas, como em Mônaco, Áustria e Silverstone, ele sentiu que esses finais de semana foram bastante semelhantes em termos de evolução. “Sinto que conseguimos tirar o máximo do carro em todas as corridas”, acrescentou.

Por outro lado, as corridas em que as coisas não saíram como planejado ficaram mais marcadas para ele. Lawson teve que abandonar o Grande Prêmio de Miami e não conseguiu pontuar na Bélgica, onde terminou em 12º lugar. “As corridas que não foram tão boas acabam sendo as que mais chamam a atenção, e isso é bom, pois é importante ter menos dessas situações”, comentou. Ele enfatizou que é exatamente nesses momentos desafiadores que a equipe mais aprende.

Em Miami, a equipe enfrentou dificuldades de desempenho ao longo de todo o fim de semana, e em Spa, Lawson sentiu que a situação foi ainda mais complicada, especialmente do seu lado da garagem. “Essas são as corridas em que você realmente faz uma análise profunda e tenta entender melhor o que aconteceu”, concluiu.

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Diego Martins