Lewis Hamilton está se sentindo “liberado” para brilhar na Ferrari, especialmente agora que algumas mudanças que ele tanto pediu começaram a acontecer. O piloto britânico vai para a pausa de verão da Fórmula 1 em uma boa posição, ocupando o segundo lugar no campeonato, mas com 59 pontos atrás de Kimi Antonelli.
Depois de um 2025 complicado, onde ele não conseguiu se adaptar ao carro, Hamilton vê uma luz no fim do túnel. Até agora, ele conquistou uma vitória e mais quatro pódios em 11 corridas. Ele elogiou as alterações feitas pelo chefe da Ferrari, Fred Vasseur, incluindo a nova adoção dos discos de freio da Carbon Industrie. Essa mudança é especialmente significativa para Hamilton, que usou essa tecnologia durante seus 12 anos na Mercedes.
Atualmente, a Ferrari utiliza um sistema híbrido de freios CI-Brembo. Essa atualização ajudou Hamilton a recuperar a confiança nas frenagens, que era um dos pontos que o incomodava com o SF-25 em 2025. Além disso, os carros de 2026 parecem se adaptar melhor ao seu estilo de pilotagem.
Hamilton comentou sobre as frustrações que enfrentou no passado: “É difícil quando você sabe o que precisa melhorar e não vê isso acontecendo. É como bater a cabeça na parede”. Ele destacou que, no ano passado, sentia falta de inovação na equipe. Para ele, a Ferrari deveria ser a pioneira, aquela que todos os outros times tentam imitar.
Agora, ele está animado ao ver a equipe se esforçando em trazer inovações que outros começam a seguir. “É muito empolgante ver que estamos indo na direção certa e que mais novidades estão por vir”, disse Hamilton.
Ele também ressaltou a importância do trabalho colaborativo com Vasseur, que tem sido fundamental para implementar as mudanças que ele desejava. “Saber que algumas dessas coisas estão começando a acontecer me libera para fazer o que faço de melhor”, concluiu, mostrando-se otimista com o futuro.