Recentemente, Lance Stroll conseguiu quebrar uma sequência nada agradável de derrotas nas qualificações contra seu companheiro de equipe, Fernando Alonso. Foram 42 corridas em que ele não conseguiu superar Alonso, mas na Espanha, Stroll finalmente conseguiu. Ele terminou a sessão de qualificação apenas cinco centésimos à frente do colega. Aparentemente, ele não se importou muito com o assunto e se esquivou de perguntas da mídia sobre essa fase complicada.
É compreensível que, para um piloto profissional, perder para o companheiro de equipe em todas as sessões de qualificação por quase dois anos não seja algo fácil de engolir. No entanto, considerando o desempenho geral da Aston Martin nesta temporada, os dois pilotos têm questões mais urgentes para se preocupar do que apenas quem é mais rápido. A equipe trouxe atualizações significativas durante o Grande Prêmio da Hungria, o que trouxe um pouco de esperança para dias melhores.
Alonso, como sempre, soube aproveitar bem essas melhorias nas qualificações. Embora Stroll tenha terminado à frente na corrida, Alonso não hesitou em criticar a estratégia utilizada, especialmente sua longa passagem com pneus macios, que ele chamou de “terrível”. Isso mostra que, mesmo quando não está no seu melhor, Alonso mantém um padrão elevado e não hesita em expressar sua opinião.
Durante a temporada, Alonso tem se destacado como o piloto mais rápido, muitas vezes extraindo o máximo do carro, mesmo quando as condições não parecem favoráveis. Um bom exemplo disso foi sua performance em Mônaco, onde conseguiu marcar pontos, provando que sua determinação e habilidade são notáveis.
Para quem acompanha de perto a Fórmula 1, fica claro que a competição entre os dois pilotos da Aston Martin é apenas uma parte do que está em jogo. A equipe tem muito a trabalhar para melhorar seu desempenho geral.