Kimi Antonelli está cheio de otimismo para o Grande Prêmio da Itália, mesmo sabendo que enfrentará uma grande penalização no grid durante sua corrida em casa. Ele vai começar a corrida de Monza na última posição, após ter decidido usar um novo motor. Isso aconteceu porque ele já utilizou o máximo permitido de quatro motores de combustão interna e outros componentes essenciais para a corrida.
O italiano, que já havia atingido o limite em algumas peças, como os motores, os sistemas de controle e os escapamentos, decidiu que era hora de trazer um motor totalmente novo para essa fase decisiva do campeonato. Mesmo que isso signifique que ele não irá largar da pole position, Antonelli está tranquilo e acredita que essa decisão pode render bons frutos.
“É claro que, indo para Monza com essa penalização, ainda acho que é a melhor pista para fazer isso”, comentou Antonelli, ressaltando a importância de correr em casa. Ele lidera o campeonato com uma vantagem de 59 pontos sobre seu companheiro de equipe, George Russell, e Lewis Hamilton, que estão empatados em segundo lugar. Para ele, a possibilidade de conquistar um bom resultado na corrida ainda está em aberto.
Toto Wolff, chefe da equipe, também comentou sobre a estratégia. Ele mencionou que as simulações feitas pela equipe indicaram que Monza era o melhor lugar para aplicar essa penalização. “Nossas teorias e cálculos mostram que é a melhor pista para isso”, explicou Wolff. Ele acrescentou, de forma leve, que os algoritmos não levam em conta a nacionalidade, mas sim as melhores oportunidades para a equipe durante a luta pelo campeonato.
Os pilotos têm um limite de componentes que podem usar ao longo da temporada, e Antonelli já esgotou suas opções em várias partes importantes. Contudo, ele ainda tem uma margem para o turbo e o MGU-K, o que pode ser uma vantagem em sua corrida. É um momento decisivo, e quem acompanha de perto percebe que a estratégia por trás das escolhas pode fazer toda a diferença na busca pelo título.