A situação na equipe Racing Bulls ganhou uma nova perspectiva com a renovação do contrato de Max Verstappen em Milton Keynes. O CEO Peter Bayer comentou que isso “acalma todo o sistema”, especialmente considerando a grande influência do piloto holandês no mercado de F1, tanto dentro quanto fora da família Red Bull.
Neste ano, a chamada “silly season” da Fórmula 1 começou de forma um tanto tímida. Isso porque, além de Verstappen, outros pilotos, como Alex Albon e Carlos Sainz, decidiram permanecer em suas equipes. Mas, para os Racing Bulls, a definição de Verstappen traz mais clareza. Agora, a equipe pode continuar explorando suas opções sem a pressão de ter que escolher entre Liam Lawson e Arvid Lindblad para formar dupla com Isack Hadjar no time principal.
É importante lembrar que, mesmo com essa possibilidade descartada, a equipe ainda tem um panorama mais tranquilo. Eles podem focar em seus pilotos atuais e também considerar Nikola Tsolov, que lidera o campeonato da F2 e vem se destacando ao longo da temporada. O jovem búlgaro vai ter sua primeira experiência real com um carro de F1 em Imola, onde participará de um teste na última versão do VCARB 02.
Embora Tsolov esteja em alta, a chance dele assumir um lugar como piloto reserva ainda é forte, principalmente considerando o bom desempenho de Lawson e Lindblad. Bayer ressaltou a satisfação da equipe com a performance dos dois. “É uma ótima notícia sobre o Max, porque isso realmente acalma todo o sistema. Ao mesmo tempo, estamos muito felizes com o trabalho que Liam e Arvid estão fazendo”, disse.
A Racing Bulls sempre deixou claro que prefere esperar para tomar uma decisão final sobre os pilotos. Bayer enfatizou que o principal responsável por essa escolha, Alan Permane, tomará a decisão no momento certo. “Não estamos com pressa. Temos um bom grupo de pilotos surgindo no programa júnior”, comentou sobre Tsolov. Ele ainda destacou que Permane quer manter todos focados e calmos, e que a comunicação sobre as decisões será feita na hora adequada.