Após a realização do mais recente Grande Prêmio da Espanha, muitos fãs de Fórmula 1 saíram insatisfeitos com o novo circuito, o Madring. A opinião geral é que o traçado, que promete inovação, deixou a desejar. O piloto Lando Norris, durante a coletiva de imprensa pós-corrida, também levantou questões sobre o design do circuito, que é considerado estreito e sinuoso, dificultando as disputas de posição entre os carros.
Um dos comentários que chamou atenção foi de um fã que mencionou ter gostado da quarta sessão de treinos livres, mas isso não parece ter sido suficiente para salvar a reputação do circuito. Em uma declaração bem direta, ele afirmou que daria nota zero ao Madring, justificando que a pista foi mal projetada e que parecia quase impossível de se competir de verdade ali.
É interessante notar que, ao contrário de circuitos que foram bons em seu tempo, como Monaco, ou aqueles que falharam em seu conceito, como Abu Dhabi, o Madring tinha um “quadro em branco”. O que muitos se perguntam é como foi possível criar um traçado que não favorece uma corrida competitiva.
Quem acompanha a Fórmula 1 há mais tempo, como o próprio comentarista que fez a crítica, percebe que a frustração com o novo circuito não é apenas uma questão de gosto, mas sim uma questão de funcionalidade e emoção nas corridas. A expectativa era de um traçado que proporcionasse grandes disputas, mas o resultado foi bem diferente.