Os 22 carros da Fórmula 1 voltaram para o pitlane e isso gerou uma atualização necessária que a FIA decidiu implementar. As equipes tiveram que baixar e instalar essa nova versão de software. Nikolas Tombazis, que é o diretor-técnico de monopostos da FIA, comentou sobre a falha que não foi detectada antes. Ele acredita que a situação se deu por conta das velocidades bem mais baixas durante os testes, que não refletiram as condições reais das corridas.
Na prática, o que ele disse foi que os testes não foram representativos o suficiente para que o problema fosse identificado a tempo. Tombazis explicou que o software precisa ser analisado com mais cuidado. Para complicar, este ano as condições climáticas estavam favoráveis, o que pode ter contribuído para que a falha aparecesse tão tarde.
Ele também lembrou que falhas de software acontecem, e que é praticamente impossível encontrar um programa que esteja livre de erros. O ideal é que esses problemas sejam antecipados, mas, às vezes, uma série de fatores se combina de maneira inesperada e cria a situação. É quase como quando você está cozinhando e, de repente, um ingrediente que parecia inofensivo acaba mudando tudo.
Tombazis refletiu sobre a complexidade dos carros, que operam com energia elétrica e combustão. Ele apontou que garantir a equidade entre as equipes é um desafio, especialmente quando lidamos com tanta tecnologia. Todo mundo gostaria que as coisas fossem mais simples, mas a realidade é que a combinação de energias torna tudo mais complicado.
Após cada corrida, a FIA faz uma análise detalhada para identificar pontos críticos, e a falha que ocorreu em Sepang foi um deles. Eles estão comprometidos em evitar que isso se repita. Embora ele tenha garantido que aquele problema específico não voltará a acontecer, Tombazis deixou claro que imprevistos podem surgir. Mas, com certeza, a equipe fará o que for possível para minimizar esses riscos no futuro.