Liam Lawson destaca vantagem de ser reserva da Red Bull na F1

Liam Lawson está otimista com a possibilidade de que suas atuações pela Red Bull no início deste ano influenciem a decisão sobre sua vaga para a temporada de 2027. Ele substituiu Isack Hadjar, que estava machucado, durante o retorno do campeonato após a pausa de verão, competindo em Zandvoort, Monza e Madrid. Para quem acompanhou sua trajetória, é claro que o desempenho do neozelandês foi uma evolução em relação ao início de 2025, quando teve que deixar a equipe principal após apenas duas corridas.

Apesar de ter se destacado, a vaga de Lawson para 2027 ainda não está garantida. Há rumores de que Nikola Tsolov, um dos concorrentes do campeonato de Fórmula 2, pode ser uma opção para a Racing Bulls no ano que vem. Questionado sobre se sua experiência na Red Bull poderia ajudá-lo a garantir uma vaga em 2027, Lawson respondeu que isso depende de como cada um vê a situação. “Acho que potencialmente, só pelo quão difícil pode ser entrar em um carro diferente. Mas fora isso, não sei. Honestamente, não tenho ideia”, disse ele em entrevista.

### O foco de Lawson para a temporada

Neste ano, Lawson tem se mostrado um competidor frequente nas pontuações, acumulando 65 pontos após 16 corridas. O cenário atual mostra uma divisão clara entre os quatro primeiros times e os demais. Para a Racing Bulls, o melhor resultado possível seria um quinto lugar na classificação de construtores. Lawson ressaltou que essa é a meta principal da equipe, especialmente na disputa contra a Alpine.

“Na primeira parte do ano, quando todos ainda estão se ajustando, estávamos bem próximos deles”, comentou Lawson. “Ao longo da temporada, com a diferença de desempenho, tudo acaba se equilibrando e você vê quem realmente está mais rápido.” Para ele, ser capaz de lutar pela nona posição e superar a Alpine seria uma grande conquista, tanto para a equipe quanto para sua carreira.

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Diego Martins