Liam Lawson conta sobre ‘ataque’ indesejado na F1 após ultrapassagem

Liam Lawson ficou surpreso ao conseguir atacar Oscar Piastri, da McLaren, na primeira volta do Grande Prêmio de Cingapura. Para isso, ele já tinha superado seu rival direto, Pierre Gasly. O piloto da Racing Bulls largou em oitavo, enquanto Gasly estava em sétimo, com as duas equipes disputando a quinta posição no campeonato de construtores. A Racing Bulls, no entanto, teve um desempenho melhor nas corridas recentes, chegando ao GP com uma vantagem de 26 pontos.

Gasly optou por pneus médios, que não eram os mais favoráveis, enquanto Lawson começou com os pneus macios. Essa escolha fez toda a diferença: ele conseguiu ultrapassar o francês nas curvas 1, 2 e 3, tomando a sétima posição. Logo após a saída da curva 3, ele duelou com Piastri, mas o australiano conseguiu se manter à frente. Com isso, os seis primeiros colocados se distanciaram de Lawson.

No final, Lawson terminou em sétimo, atrás dos seis carros das equipes Red Bull, Ferrari e Mercedes, o que lhe rendeu seis pontos. Esses pontos se somaram aos quatro que ele conquistou na corrida Sprint, levando a Racing Bulls a alcançar 100 pontos no campeonato de construtores e abrindo uma diferença de 32 pontos para a Alpine. Lawson, por sua vez, chegou a 75 pontos na classificação de pilotos.

Ao refletir sobre a corrida, Lawson comentou que seu principal objetivo era ultrapassar Gasly logo no começo. “Estou satisfeito, meu objetivo era passar ele na largada, e conseguimos fazer isso”, disse Lawson. “Na curva 1, ele se afastou e eu consegui fazer uma ultrapassagem boa. Começando com os pneus macios, eu tinha bastante aderência e acabei atacando o McLaren.”

Ele ainda mencionou que, no início da corrida, todos estavam muito próximos, mas seu carro se mostrou forte durante todo o fim de semana. “Estou me sentindo ótimo. O ano tem sido bom de forma geral, e temos sido competitivos em muitas corridas. Essa sequência de três corridas foi positiva para a equipe. Deveríamos ter pontuado em todas elas; em Baku, por exemplo, foi uma oportunidade que perdemos. Mas as performances que mostramos, independentemente do resultado, têm sido fortes”, concluiu Lawson.

Sobre o Autor

Diego Martins