Oliver Bearman chega ao GP do Brasil de Fórmula 1 em São Paulo com um objetivo claro: acabar com a sequência de abandonos que o tem perseguido. O piloto da Haas comentou que, embora a equipe tenha mostrado um desempenho promissor nas últimas corridas, ele ainda não conseguiu completar uma prova. “Essa rodada tripla não tem sido muito gentil comigo até agora. Tivemos um ritmo bom, mas ainda não consegui cruzar a linha de chegada. Espero mudar isso neste fim de semana em São Paulo. Que lugar incrível para conseguir um grande resultado, com toda a história e a energia dos fãs”, disse Bearman.
Ele também fez questão de mencionar sua experiência anterior no circuito, quando substituiu Kevin Magnussen em 2024. Para ele, essa vivência é valiosa, especialmente ao pensar no que Rafael Câmara, que fará sua estreia na F1, deve estar sentindo. “Já corri aqui duas vezes, então sei um pouco sobre a pressão que o Rafa pode estar enfrentando. Nossa missão agora é trabalharmos juntos para conquistar alguns pontos para a equipe, especialmente nesta fase decisiva da temporada”, destacou.
O chefe de engenharia da Haas, Hoagy Nidd, lembrou como o time se saiu bem em São Paulo no ano passado, quando Bearman terminou a corrida na sexta posição e garantiu oito pontos, mesmo enfrentando desafios na corrida Sprint no dia anterior. “São Paulo foi uma boa corrida para nós no ano passado. A Sprint não foi das melhores, mas a corrida foi ótima, e conseguimos pontuar”, contou Nidd.
Ele também comentou sobre a famosa imprevisibilidade do clima no Autódromo de Interlagos, que pode mudar rapidamente. A Haas tem boas lembranças desse circuito, já que conquistou uma pole position em 2022, aproveitando as condições favoráveis da pista. “O clima pode tornar tudo ainda mais interessante ao longo do fim de semana. É um lugar incrível, com uma história rica e fãs maravilhosos. Quando eles estão ao seu lado, a energia é contagiante”, finalizou o engenheiro.