A Alpine se manifestou sobre a recente decisão que retirou de Pierre Gasly o terceiro lugar no GP de Mônaco de Fórmula 1. A equipe expressou sua decepção e considera que foi “injustamente penalizada” nesse processo.
Gasly cruzou a linha de chegada em terceiro, mas acabou perdendo posições devido a uma penalização por excesso de velocidade no pit lane. Como essa punição não foi cumprida durante a corrida, a Alpine recorreu, e inicialmente, a FIA foi favorável à equipe.
No entanto, o caso foi reavaliado após a McLaren e a Red Bull Racing contestarem a decisão. Em uma audiência realizada em Paris, no dia 25 de agosto, a Corte Internacional de Apelação da FIA decidiu restabelecer as penalidades, o que fez Gasly cair para a sétima posição, enquanto Isack Hadjar foi promovido ao terceiro lugar.
Em um comunicado, a Alpine reafirmou sua discordância com o resultado, defendendo que o carro #10 não excedeu o limite de velocidade do pit lane em nenhum momento durante a corrida. Quem acompanha de perto a Fórmula 1 sabe que situações como essa geram bastante debate e podem influenciar o desempenho das equipes ao longo da temporada.
Apesar da derrota no recurso, a Alpine reconheceu a decisão do painel que julgou o caso, afirmando que, embora o resultado não fosse o esperado, a equipe se sentiu injustamente punida. Eles também garantiram que esse episódio não vai afetar a determinação para o restante da temporada.
A equipe ressaltou que continuará focada em melhorar seu desempenho e na disputa do campeonato. A Alpine acredita que o resultado da apelação não vai desmotivar seus esforços e a motivação para alcançar os objetivos até o final do ano segue firme.