Lawson destaca diferença entre carro da Red Bull de 2025 e 2026

Liam Lawson teve um retorno bem diferente ao GP da Holanda de Fórmula 1, e isso fez toda a diferença. Depois de uma experiência desafiadora em sua primeira passagem pela Red Bull Racing, o neozelandês conseguiu acompanhar o ritmo de Max Verstappen e terminou a corrida em Zandvoort na sétima posição. Para quem acompanha a Fórmula 1, essa evolução é notável, especialmente porque sua estreia no time principal em 2025 durou apenas duas corridas antes de ele ser deslocado de volta para a Racing Bulls.

Dessa vez, Lawson substituiu Isack Hadjar, que estava machucado, e encontrou um carro que parecia mais fácil de pilotar, embora ainda exigente quando se tratava de extrair o máximo desempenho. Ele comentou que parte de suas dificuldades anteriores estava ligada à falta de experiência em algumas pistas e ao comportamento complicado do carro. “No ano passado, enfrentei problemas em duas pistas onde eu nunca tinha competido antes. Além disso, estava aprendendo a pilotar um carro que já era bastante difícil”, explicou.

A adaptação rápida foi crucial para Lawson em 2025, especialmente porque ele precisou se acostumar às características do carro de Verstappen, que tinham diferenças em relação ao que ele estava acostumado. Pedais, direção e outros detalhes eram diferentes, e ele esperava ter mais tempo para se adaptar. No entanto, em Zandvoort, a prioridade foi ajustar o carro o mais próximo possível de sua configuração habitual.

A mudança no desempenho do monoposto ficou clara quando Lawson comparou as margens de pilotagem. “No ano passado, o carro operava em um limite muito estreito. Se você não estivesse dentro desse limite, isso custava muito tempo na volta”, disse ele. Essa comparação mostra como a experiência de pilotar pode variar drasticamente, dependendo do carro e do contexto.

O olhar de Lawson para o futuro também é interessante. Ele acredita que o cenário para 2026 será mais complexo, com muitos fatores influenciando a construção de uma volta rápida. “Este ano há muito mais elementos em jogo”, afirmou, ressaltando que ter mais tempo com o carro atual e com as regras em vigor ajuda na adaptação. Além disso, ele mencionou que usar a mesma unidade de potência facilita o processo de se familiarizar com o carro.

Essas observações trazem à tona como a Fórmula 1 é um esporte que exige constante aprendizado e adaptação, e como cada corrida pode ser uma nova oportunidade para os pilotos se destacarem e evoluírem.

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Diego Martins