Max Verstappen compartilhou que, no final da qualificação do Grande Prêmio da Bélgica, teve um momento de apreensão ao se aproximar de Isack Hadjar. A expressão que passou pela sua cabeça foi um claro “Oh meu Deus”. No entanto, a confiança que ele tinha em seu colega de equipe foi fundamental. Hadjar, que estava com uma penalização de 30 posições no grid, foi usado pela Red Bull durante a qualificação para ajudar Verstappen, oferecendo um “vácuo” na maior parte do circuito e um impulso significativo no setor final.
Essa estratégia se revelou um sucesso total. Verstappen conquistou o segundo lugar no grid em Spa-Francorchamps e acredita que, sem a ajuda de Hadjar, teria começado a corrida na sexta ou sétima posição. Antes da qualificação, a equipe discutiu essa tática e rapidamente decidiu onde Hadjar poderia dar o maior apoio ao Verstappen.
Sobre essa conversa, Verstappen comentou: “Sim, falamos sobre isso e foi fácil chegar a um acordo. Sabíamos o que fazer. Claro que sempre tentamos melhorar de uma volta para outra. Acho que Isack fez isso muito bem.” Ele ainda explicou que a escolha da reta foi estratégica, já que o carro fica um pouco mais “arrastado” ali, o que poderia ajudar ainda mais.
Na última volta de qualificação de Verstappen, ele se aproximou bastante de Hadjar, fazendo parecer que precisou desacelerar. Mas, segundo o piloto, isso não aconteceu. Ele tinha total confiança em Hadjar, mesmo que tenha sentido que estava muito perto. Quando questionado sobre a impressão de que precisou levantar o pé, Verstappen foi claro: “Não, foi tudo no pé direito. Eu teria apenas empurrado ele! Foi perto, mas ele foi incrível.”
No final das contas, foi uma corrida de equipe que rendeu frutos e deixou todos animados para a próxima etapa.