O diretor técnico da Red Bull, Pierre Waché, fez uma análise preocupante após o primeiro dia do Grande Prêmio da Hungria. Ele admitiu que a equipe austríaca simplesmente “não está rápida o suficiente”. No circuito de Hungaroring, tanto Max Verstappen quanto Isack Hadjar enfrentaram dificuldades para encontrar o equilíbrio do carro. Verstappen terminou o dia na quarta posição, mas estava a sete décimos de segundo do melhor tempo. Já Hadjar ficou em sexto, um segundo atrás do líder Lewis Hamilton.
A Red Bull tem vários desafios pela frente com o modelo RB22, especialmente antes do terceiro treino livre e da classificação. A equipe também teve problemas com mudanças bruscas no vento, que complicaram ainda mais a situação. Waché comentou sobre o dia difícil: “Recebemos muitas reclamações. Dirigir o carro está complicado. E a mudança no vento em comparação com a primeira sessão foi significativa.”
Ele explicou que a pista é bastante irregular, o que torna difícil encontrar a linha ideal. Quando o carro está em uma situação delicada, até uma pequena perturbação pode afetar bastante o equilíbrio. “Precisamos melhorar isso para facilitar a vida do piloto”, disse ele.
O terceiro treino livre será fundamental para as chances da Red Bull em um bom resultado neste final de semana, especialmente com a pausa de verão se aproximando. Waché reconheceu que não existe uma solução mágica e que a equipe precisa avançar “passo a passo”. Quando questionado sobre se a segunda sessão foi representativa, ele comentou: “É difícil dizer. Está claro que não estamos rápidos o suficiente. Precisamos trabalhar nisso e ver onde vamos parar.”
Na prática, o que costuma acontecer é que a equipe precisa analisar cada detalhe e ajustar o carro conforme necessário. É um processo metódico, mas essencial para alcançar melhores desempenhos nas corridas. A Red Bull está ciente de que a melhoria não acontecerá do dia para a noite, e a paciência será uma aliada nesse desafio.